Boletim de ocorrência em São Paulo: Delegacia Digital e consulta
✓ Atualizado em 1 de outubro de 2026 · Revisão: Dr. Fabrício Santos Cruvinel, OAB 51.741
Boletim de ocorrência em São Paulo: a Delegacia Eletrônica virou Delegacia Digital (e o endereço antigo ainda serve para consultar e complementar), a regra mais larga do país sobre o que registra online, inclusive roubo, a conta obrigatória e os prazos, a consulta por número, ano e CPF, o BO da PM com token, o bloqueio irreversível do RG, as DDMs 24 horas e o que o boletim não faz.
A Delegacia Eletrônica virou Delegacia Digital, e o endereço antigo ainda serve
A Delegacia Eletrônica de São Paulo é um portal que trocou de nome.
A Polícia Civil de São Paulo anuncia na própria página inicial: "A Delegacia Eletrônica ESTÁ DE CARA NOVA!", e o nome agora é Delegacia Digital, em delegaciadigital.policia-civil.sp.gov.br.
A mudança é maior do que o nome.
Para registrar, a pessoa precisa criar uma conta, com e-mail confirmado e senha, e é por essa conta que ela comunica, acompanha e complementa os boletins. O endereço antigo, delegaciaeletronica.policiacivil.sp.gov.br, não morreu. A própria Polícia Civil ainda manda para ele quem quer imprimir a cópia de um boletim, pelo caminho Acompanhamento, e quem quer preencher o Complemento de Boletim. Ou seja, são dois endereços para o mesmo sistema, e a tabela abaixo diz qual serve para o quê.
| O que você quer | Onde entrar | O que pede |
|---|---|---|
| Registrar uma ocorrência pela internet | Delegacia Digital, botão Comunicar Ocorrência | Conta criada no portal (e-mail confirmado, senha, RG ou RNE ou CIN, CPF) |
| Acompanhar o pedido | Delegacia Digital, Acompanhar Andamento, ou o acompanhamento da SSP | Número do protocolo ou boletim, ano e CPF do declarante |
| Imprimir a segunda via de um BO eletrônico | Endereço antigo da Delegacia Eletrônica, opção Acompanhamento | Número do protocolo ou boletim (é o mesmo), ano e CPF |
| Recuperar o número que você perdeu | Acompanhar Andamento, "Esqueci o Número do Protocolo ou Boletim" | Um formulário; o número chega por e-mail |
| Acrescentar informação a um BO já aprovado | Complemento de Boletim, no endereço antigo, ou pela conta | Número do boletim e o que faltou |
| Ver os boletins feitos no sistema antigo | Conta da Delegacia Digital, Área do Cidadão, Delegacia Eletrônica | A conta |
| Imprimir BO feito pela Polícia Militar na rua | bopm.policiamilitar.sp.gov.br | O número do token entregue no atendimento |
| Cópia de BO feito no balcão de um distrito | Pessoalmente, no distrito policial que registrou | Documento com foto |
Guarde a tabela.
Cada linha decide se o registro funciona.
O que dá para registrar online em São Paulo: quase tudo, inclusive roubo
São Paulo tem a regra mais larga do país, e ela cabe numa frase da FAQ oficial: pela Delegacia Digital se registra "todas as ocorrências/crimes, exceto homicídio, estupro e latrocínio". A Secretaria da Segurança acrescenta a extorsão mediante sequestro à lista do que fica de fora.
O resto entra, e o portal organiza em categorias: roubo, furto ou perda; injúria, calúnia ou difamação; fraude e estelionato; violência doméstica; desaparecimento e encontro de pessoas; acidente de trânsito sem vítimas; Delegacia da Diversidade (crimes de intolerância); DEPA, a proteção animal; e um botão de outras ocorrências para o que não tem categoria própria.
Duas coisas dessa lista surpreendem quem vem de outro estado. Roubo pode ser registrado pela internet. A FAQ diz que os roubos, "que são aqueles onde há violência ou grave ameaça, podem ser registrados via Delegacia Digital, desde que não ocorram danos, lesão corporal ou morte". Ficam de fora o roubo a estabelecimento comercial ou bancário, a residência e a carga.
E o golpe entra como fraude e estelionato: o Pix que caiu, a compra que nunca chegou, o falso funcionário do banco. É o boletim que o banco pede para abrir a contestação, como está em golpe do Pix.
Duas regras da própria lista: o registro de furto ou roubo de veículo só pode ser feito pelo condutor que é o dono ou parente próximo (pais, irmãos, filhos e cônjuge), com o Renavam, e só é aprovado depois de uma entrevista por telefone com um policial. E o desaparecimento de pessoa também passa pela entrevista.
Sem a ligação, o boletim não sai.
O que não passa pela internet, e onde ir
Homicídio, estupro, latrocínio e extorsão mediante sequestro vão para a delegacia, pessoalmente, "nesses casos, você deve procurar uma delegacia e registrar a ocorrência pessoalmente", diz o portal. Roubo com lesão ou com dano vai junto, e qualquer fato em que a polícia precise ver o local ou a vítima. Em emergência, o registro não é o primeiro passo. É o 190.
A Agência SP, em setembro de 2026, foi direta sobre a violência doméstica: se a mulher está sendo agredida naquele momento, sob ameaça imediata ou em risco de vida, "a orientação é procurar um local seguro e acionar a Polícia Militar pelo 190".
Para a mulher, o estado montou uma rede com horário, pelos números da Agência SP de agosto de 2026:
| Porta | O que é | Onde |
|---|---|---|
| 190 e Cabine Lilás | Emergência; policiais treinadas avaliam o risco e direcionam | Telefone, 24 horas |
| DDM 24 horas | 20 das 144 Delegacias de Defesa da Mulher funcionam sem fechar: sete na capital, duas na Grande São Paulo e onze no interior | Endereços em spportodas.sp.gov.br |
| Sala DDM 24h | 235 salas dentro das delegacias com plantão 24 horas; atendimento virtual por delegadas, com registro e pedido de medida protetiva | A delegacia de plantão mais próxima |
| App SP Mulher Segura | Registro de ocorrência, pedido de medida protetiva e botão do pânico, que manda viatura por geolocalização | Celular |
| Delegacia Digital | Formulário próprio de violência doméstica, com análise e possível visita de policiais identificados | Internet |
| 180 e 181 | Orientação (180) e denúncia anônima (181) | Telefone |
Fora da capital, o caminho é a delegacia de plantão do município, na lista da Polícia Civil, e a Sala DDM 24h que funciona dentro dela.
Menor de 18 anos não registra sozinho: um dos pais ou o responsável legal registra, com os dados dele na página do declarante e os do menor como vítima.
Como fazer: a conta, o formulário e o que acontece depois
O caminho começa antes do registro. É aí que a maioria trava. Crie a conta: e-mail, confirmação do e-mail, senha com pelo menos oito caracteres, uma maiúscula e um caractere especial, nome, telefone, nascimento e um documento (RG, RNE, CIN ou CPF). O portal manda uma mensagem para confirmar o endereço antes de liberar o acesso, e avisa que as notificações sobre o protocolo também chegam por ele.
Quem não tem e-mail pode usar o de uma pessoa de confiança, diz a FAQ. Sem e-mail, não há registro. Com a conta, clique em Comunicar Ocorrência, escolha a categoria e siga o formulário. No campo ‘detalhe da ocorrência’, a orientação oficial é registrar "todas as informações que possam ajudar a solucionar o caso", com a descrição do local, das circunstâncias e das pessoas.
Agora o que acontece depois de enviar: um policial analisa. A FAQ estima que os boletins "sejam finalizados em até 24 horas", e a Secretaria da Segurança diz que o serviço funciona 24 horas por dia, com "o máximo de duas horas para os casos considerados prioritários e o tempo médio de 5 minutos para as de menor complexidade". Em furto de veículo e desaparecimento, um policial liga antes de aprovar, e ele se identifica na ligação.
A resposta chega por e-mail: o boletim aprovado ou o indeferimento com o motivo. Indeferido, leia a orientação e refaça; se a justificativa não estiver clara, o contato é eletronica@policiacivil.sp.gov.br.
Aprovado, o boletim "é assinado eletronicamente por um Delegado de Polícia", não precisa ser validado em delegacia nenhuma e tem a mesma validade do registro presencial.
Se o boletim é de golpe, de acidente ou de cobrança que virou ameaça e você quer saber o que pedir depois dele, mande o PDF pelo WhatsApp. Dá pra dizer, na conversa inicial, se o caso vai para o Juizado e com que prova.

Consultar, imprimir e recuperar o número: protocolo, ano e CPF
A consulta em São Paulo pede três dados. Nenhum deles é só o CPF. No acompanhamento da Secretaria da Segurança, a tela é uma: "informar o número e ano do boletim eletrônico ou da declaração assim como o CPF do declarante". Com os três, aparece o boletim autorizado, para imprimir, ou o motivo da não autorização. O número do protocolo e o do boletim eletrônico são o mesmo.
Perdeu o número?
Em Acompanhar Andamento existe a opção "Esqueci o Número do Protocolo ou Boletim", que manda o número para o e-mail cadastrado. Também dá para pedir por e-mail à Delegacia Digital, informando nome completo, RG, CPF, data de nascimento, filiação e endereço.
E, para saber se fizeram um BO no seu nome, a resposta é esta: pela internet, em São Paulo, você vê os boletins que você registrou, pela conta ou pelos três dados. Não existe consulta aberta por CPF que mostre registros feitos por outras pessoas; para isso, o caminho é o distrito policial, com documento, como está em consultar boletim de ocorrência.
Boletim feito no balcão de uma delegacia não sai pela internet: "a cópia desses boletins de ocorrência devem ser solicitadas pessoalmente e preferencialmente no Distrito Policial responsável pelo registro".
BO da Polícia Militar: outro portal, com token
Quando a PM atende na rua, o boletim é outro. O Boletim de Ocorrência Eletrônico da PM, o BOe, "é confeccionado pelo Policial Militar no local dos fatos, diretamente no terminal embarcado da viatura", e a impressão é em bopm.policiamilitar.sp.gov.br, com o número do token que o policial entrega no atendimento. Sem o token, não há como imprimir pela internet. Guarde o papel ou a foto dele no mesmo dia.
O portal é outro, e a consulta também.
Lembrando que o BOe da PM e o boletim da Delegacia Digital não se comunicam na consulta: quem foi atendido pela PM e depois registrou também na Delegacia Digital tem dois documentos, com dois números.
Perda de RG em São Paulo: o bloqueio é irreversível
É a advertência que ninguém dá antes do registro.
A FAQ da Polícia Civil diz que o RG furtado ou roubado emitido pelo Estado de São Paulo "deverá ser inutilizado e providenciada uma nova via, pois o bloqueio é irreversível". Vale para perda também: registrado o boletim, "mesmo quando recuperado, não poderá ser reutilizado".
Ou seja, quem acha o RG no dia seguinte já não pode usá-lo.
Os demais documentos continuam valendo se recuperados, "desde que não tenha sido solicitada uma nova via deles"; cartão e cheque seguem a regra do banco.
A perda de documento é o único fato ocorrido fora de São Paulo que a Delegacia Digital aceita, para quem tem endereço no estado. Qualquer outro fato de fora do estado vai para a polícia do lugar, com os portais em boletim de ocorrência online: como fazer no seu estado.
Complementar, corrigir e cancelar
Boletim registrado não se cancela. A FAQ é seca: "O Boletim de Ocorrência registrado não pode ser cancelado". A única brecha é a perda de documento recuperado antes de o pedido ser avaliado, por e-mail à Delegacia Digital. O que se faz é complementar. Esqueceu um objeto, um dado do autor, o IMEI do celular: o formulário Complemento de Boletim recebe a informação, um policial analisa, e o complemento volta por e-mail ou por telefone.
E a classificação?
Quem registrou como furto o que foi roubo descobre que "a classificação da natureza do crime é feita por meio da análise das respostas enviadas pelo próprio usuário". Foi o que você marcou no formulário que decidiu, e o ajuste se pede pelo e-mail da Delegacia Digital.
Se o boletim saiu com a natureza errada e isso muda o que você pode pedir na Justiça, mande o PDF e a história pelo WhatsApp. A conversa inicial serve para dizer se vale complementar antes de entrar com o pedido.
Se é isso que está acontecendo com você, mande sua situação pelo WhatsApp. A conversa inicial serve para entender o seu caso.
Falar com um advogado no WhatsAppCampinas, Guarulhos, Santos e o interior: o portal é o mesmo
Não existe delegacia digital de Campinas, de Guarulhos, de Santos ou de Ribeirão Preto.
O portal é um só.
O serviço "está disponível para qualquer cidadão desde que o fato tenha ocorrido nos limites do Estado de São Paulo", e o pedido é encaminhado "à unidade responsável pelo local onde o fato ocorreu", que é quem investiga.
O que muda de cidade para cidade é a delegacia física, o plantão e a Sala DDM 24h. Para acidente sem vítima em qualquer cidade paulista, o registro é o mesmo, na categoria de trânsito, e o que escrever nele está em boletim de ocorrência de acidente de trânsito.
O que o boletim não faz, e o que fazer depois dele
O boletim registra.
Ele não resolve.
Ele "não substitui o documento original extraviado, perdido, furtado ou roubado para nenhum fim": a segunda via do RG, da CNH e dos cartões é pedida em cada órgão, com o BO na mão. A polícia não comunica a Receita nem o banco: "a comunicação fica a critério exclusivo do titular dos documentos". E a perda de documento não abre investigação, porque não houve crime.
Ele fixa a sua versão com data.
Isso vale no processo.
Resumindo: no golpe, o BO de estelionato é o primeiro documento que o banco e o juiz pedem; no acidente, o BO com placas e dinâmica sustenta o pedido de conserto; na cobrança que virou ameaça, o registro separa cobrança de crime.
Na experiência do escritório, o erro mais comum de São Paulo é registrar sem conta e desistir na tela de cadastro, deixando passar dias; o segundo é marcar ‘perda’ onde houve furto, porque a classificação sai do que a pessoa escolheu e o banco lê essa palavra.
Se você tem o boletim aprovado e quer saber se o caso cabe no Juizado, mande o PDF pelo WhatsApp. A conversa inicial serve para dizer o que pedir, contra quem e com que prazo.
Guias úteis aqui no site
- Boletim de ocorrência online: como fazer no seu estado
- Consultar boletim de ocorrência: pelo protocolo, pelo CPF, e o que fazer quando não aparece
- Boletim de ocorrência de acidente de trânsito: o que escrever nele
- Boletim de ocorrência em Goiás: Delegacia Virtual, RAI e consulta
- Caí no golpe do PIX: o que fazer agora
- Golpe do comprovante falso: o que fazer e como provar o crime
- Como funciona o Juizado de Pequenas Causas
- Boletim de ocorrência em MG: Delegacia Virtual, REDS e consulta
- Boletim de ocorrência no Pará: Delegacia Virtual, BOP e consulta
- Boletim de ocorrência em SC: Delegacia Virtual, BO online e consulta
- Boletim de ocorrência no RS: Delegacia Online, protocolo e consulta
- Boletim de ocorrência no DF: Delegacia Eletrônica, recibo e consulta
- Boletim de ocorrência em MT: Delegacia Digital, login e consulta
- Boletim de ocorrência no RN: Delegacia Virtual, gov.br e consulta
- Boletim de ocorrência no ES: Delegacia Online, protocolo e consulta
- Boletim de ocorrência no Amazonas: Delegacia Virtual e consulta
- Boletim de ocorrência no PR: Delegacia Eletrônica, Bateu e consulta
- Boletim de ocorrência no RJ: Delegacia Online, RO e consulta
- Boletim de ocorrência em PE: Delegacia pela Internet e consulta
- Boletim de ocorrência em RO: Delegacia Virtual, gov.br e consulta
- Boletim de ocorrência na PB: Delegacia Online, gov.br e consulta
- Boletim de ocorrência no MA: Delegacia Online, gov.br e consulta
- Boletim de ocorrência no CE: Delegacia Eletrônica, gov.br e consulta
- Boletim de ocorrência na Bahia: Delegacia Virtual, gov.br e consulta
- Boletim de ocorrência no MS: Delegacia Virtual, Devir e consulta
- Boletim de ocorrência no Piauí: BO Fácil pelo WhatsApp e consulta
- Boletim de ocorrência no TO: Delegacia Virtual, gov.br e consulta
- Boletim de ocorrência em Sergipe: Delegacia Virtual, gov.br e consulta
- Boletim de ocorrência em Roraima: Delegacia Virtual, gov.br e consulta
- Boletim de ocorrência no Amapá: Delegacia Virtual, gov.br e consulta
- Boletim de ocorrência em Alagoas: Delegacia Virtual, gov.br e consulta
- Boletim de ocorrência no Acre: Delegacia Virtual, gov.br e consulta
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Perguntas frequentes
Como fazer um BO online em São Paulo?
A Delegacia Eletrônica de SP acabou?
O que pode ser registrado pela Delegacia Digital de São Paulo?
Roubo pode ser registrado online em SP?
Golpe do Pix pode ser registrado na Delegacia Digital?
Quanto tempo demora para o BO online de SP ser aprovado?
Como consultar boletim de ocorrência em SP pelo CPF?
Como saber se fizeram um BO no meu nome em SP?
Como imprimir a segunda via do boletim de ocorrência em SP?
O que é o token do boletim de ocorrência da Polícia Militar?
Perdi o RG em São Paulo e registrei o BO. Se eu achar, posso usar?
Dá para cancelar ou corrigir um BO feito online em SP?
Onde tem delegacia da mulher 24 horas em São Paulo?
Menor de idade pode fazer BO online em SP?
Posso registrar em SP um fato que aconteceu em outro estado?
Existe delegacia digital de Campinas, Guarulhos ou Santos?
Este conteúdo ajudou?
Fontes e base legal
Ver a legislação, os julgados e os endereços consultados
Polícia Civil do Estado de São Paulo, Delegacia Digital (delegaciadigital.policia-civil.sp.gov.br): página inicial, Cadastro e Dúvidas Frequentes (29 respostas); Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, carta de serviço 'Delegacia Eletrônica' (ssp.sp.gov.br/servicos/delegacia-eletronica), com a legislação citada: Portarias DGP 43/2013, 67/2018, 24/2020 e 44/2021, Resoluções SSP 53/2014 e 91/2016 e Decreto 66.860/2022; SSP-SP, acompanhamento de boletim eletrônico (ssp.sp.gov.br/nbo); Polícia Militar do Estado de São Paulo, Boletim de Ocorrência Eletrônico (bopm.policiamilitar.sp.gov.br); Agência SP, 05/09/2026, 'Veja como registrar um boletim de ocorrência online de violência doméstica em SP', e 17/08/2026, 'Violência doméstica: veja onde conseguir atendimento 24 horas no estado de São Paulo'. Endereços, prazos e categorias mudam: conferir no portal antes de registrar.
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