Boletim de ocorrência no Pará: Delegacia Virtual, BOP e consulta
✓ Atualizado em 2 de outubro de 2026 · Revisão: Dr. Fabrício Santos Cruvinel, OAB 51.741
Boletim de ocorrência no Pará: a Delegacia Virtual 2.1 da Polícia Civil, o que dá e o que não dá para registrar, as Seccionais 24 horas de Belém e do interior, o passo depois do registro que o portal exige, a 2ª via pelo número e por e-mail, a validação pelo QR code, o SISDAT do Detran para batida sem ferido e o que o BOP não faz.
No Pará o BO online é a Delegacia Virtual 2.1, e o documento se chama BOP
No Pará, o caminho leva a um portal só.
É o certo.
A Delegacia Virtual do Estado do Pará, em delegaciavirtual.pa.gov.br, é o portal de serviços da Polícia Civil (PC-PA) para registrar ocorrência pela internet. A versão no ar se apresenta como Delegacia Virtual 2.1 e, desde o fim de outubro de 2025, funciona em português, inglês, espanhol e francês, uma mudança feita para a COP30, segundo a notícia de lançamento publicada no site da Prodepa, em pa.gov.br.
O documento que sai dela se chama BOP, Boletim de Ocorrência Policial. O portal e as respostas oficiais usam BO e BOP para a mesma coisa, então não estranhe a sigla a mais.
Não procure um segundo portal.
Em Goiás e em São Paulo a Polícia Militar tem endereço próprio de boletim; no Pará, a página da Segup indica um link só, para a Delegacia Virtual da Polícia Civil. Ou seja, o caminho online no Pará é um só.
| O que você quer | Onde entrar | O que pede |
|---|---|---|
| Registrar uma ocorrência pela internet | Delegacia Virtual (delegaciavirtual.pa.gov.br), botão Quero Registrar | Maior de 18 anos, CPF ou passaporte, e-mail; sem conta |
| Pegar a 2ª via de um BOP feito online | Delegacia Virtual, campo 2ª Via do Boletim de Ocorrência | O número do boletim |
| Recuperar o número que você perdeu | E-mail delegaciavirtual@policiacivil.pa.gov.br | Nome completo, CPF, RG, assunto e período |
| Conferir se um BOP é verdadeiro | Delegacia Virtual, campo Validação do Boletim de Ocorrência | O código de verificação ou o QR code da última página |
| Cópia de boletim feito numa delegacia física | SIC, em pc.pa.gov.br/transparência | Cadastro e pedido pela Lei de Acesso à Informação |
| Acidente sem vítima, só para seguro e Justiça | SISDAT do Detran-PA (registroacidente.detran.pa.gov.br) | Dados pessoais, placa, Renavam e os dados dos outros envolvidos |
| Violência contra a mulher | DEAM Virtual (deamvirtual.pc.pa.gov.br) ou 197 | Os dados da vítima |
| O que não passa pela internet | Seccional Urbana 24 horas ou 190 | Documento com foto |
Guarde a tabela. A linha da 2ª via é a que mais confunde, e a razão vem adiante.
O que dá para registrar pela Delegacia Virtual
A pergunta oficial "que tipo de ocorrência eu posso registrar" tem uma resposta oficial curta: "Todas aquelas que estão selecionadas em nosso site". A lista mora no formulário, e ela muda.
A lista mais completa publicada é a da Prodepa, no lançamento da versão multilíngue, em outubro de 2025:
- perda ou extravio de documentos e objetos;
- furto, e furto ou roubo em transporte por aplicativo;
- roubo (só o simples, explicado abaixo);
- acidente de trânsito sem vítima;
- violência doméstica e familiar contra a mulher;
- ameaça, injúria, calúnia e difamação;
- estelionato, falsa identidade e falso alarme;
- crimes contra as relações de consumo;
- perturbação da tranquilidade;
- invasão de dispositivo informático;
- crimes contra animais, crimes agrários e crimes de ódio;
- óbito por causa natural.
Golpe pela internet entra. A dúvida número 1 da lista oficial do portal pergunta se a Delegacia Virtual registra crimes cometidos pela internet, e a resposta é uma palavra: ‘Sim’. O golpe do Pix é estelionato, que está na lista, e o BOP é o documento que o banco pede na contestação e o juiz pede no Juizado. O que fazer com ele depois está em caí no golpe do Pix.
Roubo tem um limite.
O portal aceita "somente o roubo simples", que ele define como o que não envolve danos, lesão corporal ou morte. Roubo a estabelecimento comercial ou bancário, a residência e de carga ficam de fora, e roubo com ferido também, porque a perícia é presencial.
Celular e documentos levados na mesma hora vão num registro só. A orientação do portal é usar a opção de furto ou roubo e listar tudo: cada documento e os dados de cada aparelho.
Duas regras de território e idade. Só fato ocorrido dentro do Estado do Pará pode ser registrado online; o que aconteceu em outro estado ou em outro país vai para a polícia de lá. E o declarante precisa ter 18 anos: para vítima menor, um dos pais ou o responsável legal registra em nome próprio e coloca os dados do menor nos campos da vítima.
O que não passa pela internet, e as delegacias 24 horas de Belém
A tela de entrada do registro avisa antes do formulário. Não dá pra registrar online homicídio, roubo a banco, sequestro, roubo ou furto de veículos, estupro e latrocínio.
Veículo é o caso que mais pega.
O portal explica o motivo: furto ou roubo de carro ou moto exige bloqueio imediato no sistema nacional de trânsito, "o que só pode ser feito presencialmente". Em Belém, a unidade especializada é a Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores, na Avenida José Bonifácio, 185, que funciona 24 horas.
Acidente com ferido ou morte também é presencial. Carga furtada ou roubada, idem.
Para o resto, o que conta é a Seccional Urbana.
A lista de unidades da Polícia Civil marca como 24 horas, em Belém, a 1ª Seccional, na Sacramenta (Travessa Perebebuí, 218), a 2ª, em São Brás (Avenida Magalhães Barata, 1123), a 5ª, na Marambaia, a 8ª, em Icoaraci, e a 9ª, em Mosqueiro.
Cremação, Comércio, Pedreira e Guamá aparecem como 24 horas, mas com uma nota: depois das 18h, nos fins de semana e feriados, o flagrante é levado para a 1ª ou para a 2ª.
Violência contra a mulher tem unidade própria. A Divisão Especializada no Atendimento à Mulher de Belém, na Travessa Mauriti, 2394, é 24 horas, e a DEAM Virtual atende pelo site e pelo 197.
Se você não sabe se o seu caso cabe na internet, o caminho mais curto é mandar o que aconteceu pelo WhatsApp. A conversa inicial serve para dizer se o registro é online, presencial ou os dois, e o que pedir depois dele.

Como fazer, e o passo depois do registro que ninguém avisa
O registro começa no botão Quero Registrar. Antes do formulário, o portal exige três coisas: ter mais de 18 anos, ter CPF ou passaporte e ter um e-mail. O e-mail é obrigatório porque é por ele que o BOP volta e que a 2ª via é pedida; quem não tem pode indicar o de uma pessoa de confiança. Os navegadores indicados são Chrome e Firefox.
O formulário pergunta primeiro se você mora no Brasil ou é turista estrangeiro, e a partir daí pede os dados do declarante, da vítima quando não for a mesma pessoa, e o relato.
O relato é o campo que decide o resto.
A orientação oficial para o "detalhe da ocorrência" é registrar tudo que ajude a resolver o caso, "incluindo uma breve descrição das características do local, das circunstâncias e das pessoas envolvidas". Data, hora, endereço, o que foi levado com número de série, e, em golpe, valor, chave, nome de quem recebeu e prints.
Agora o passo que a maioria pula.
O portal responde à pergunta "o que devo fazer após o registro" assim: comparecer no endereço que consta na parte final do boletim, "levar o BOP assinado pelo comunicante" e pedir à autoridade daquela delegacia as providências do caso. Ou seja, o BOP virtual do Pará termina na delegacia. O documento é válido sozinho, mas a investigação só anda quando ele chega, assinado, na unidade indicada no rodapé.
Isso não é burocracia inútil. É a diferença entre um papel que prova a data e um inquérito que existe.
O BOP é gratuito, tem assinatura do relator do fato e, nas palavras do portal, é "válido como certidão para fins de direito", com a mesma validade de um boletim feito no balcão. Não pode ser cancelado. Registro feito em desacordo com as orientações "passará por análise para as devidas providências", que é o aviso de que registro falso tem consequência.
Consultar, pegar a 2ª via e validar
O Pará não tem consulta pelo CPF.
A 2ª via na página inicial pede o número do boletim, e só localiza o que foi registrado na própria Delegacia Virtual. Boletim feito na delegacia física não aparece ali.
Sem o número, o caminho é o e-mail: escrever para delegaciavirtual@policiacivil.pa.gov.br com o nome completo de quem registrou, CPF, RG, o assunto do BOP e o período em que foi feito, para a equipe localizar no banco de dados. É manual, mas funciona, e é o único caminho publicado.
Boletim feito no balcão de uma delegacia tem outro caminho pela internet: o SIC, o serviço de acesso ao cidadão, em pc.pa.gov.br/transparência. Ali qualquer pessoa cadastra um pedido pela Lei de Acesso à Informação e solicita a segunda via.
Validar é diferente de consultar.
Toda cópia do BOP traz um código de verificação e um QR code na última página, e o campo Validação do Boletim de Ocorrência da página inicial confere se o documento existe e se bate com o que está no sistema. É o que quem recebe o documento usa para checar o que você entregou. Vale para a seguradora, para o banco na contestação e para a parte contrária no Juizado.
Cada estado consulta de um jeito. A comparação entre eles, com o que fazer quando o boletim não aparece, está em consultar boletim de ocorrência.
Corrigir, complementar e o que o BOP de perda faz com o seu RG
Complemento é presencial.
Para incluir informação, corrigir ou retificar um BOP feito na Delegacia Virtual, o comunicante vai à delegacia mais próxima da residência com o documento impresso e pede a inserção ou a retificação. Não existe campo de complemento no portal.
Registrou com a natureza errada e isso muda o que dá para pedir na Justiça, mande o PDF pelo WhatsApp. A conversa inicial diz se vale corrigir antes de entrar com o pedido.
Se é isso que está acontecendo com você, mande sua situação pelo WhatsApp. A conversa inicial serve para entender o seu caso.
Falar com um advogado no WhatsAppO BOP de perda ou furto de documento tem duas regras próprias no Pará.
Uma é que a polícia não comunica a Receita Federal nem outra instituição. Bloquear cartão, avisar o banco e pedir a segunda via do RG continua sendo tarefa sua.
A outra é sobre o RG emitido no Pará.
Segundo o portal, o RG furtado ou roubado "continua com validade", e o boletim de perda não gera investigação, porque não houve crime; se o documento aparecer, não é preciso avisar a polícia.
O que muda é o risco: o portal manda guardar o documento e ficar atento a golpe com os seus dados. O boletim também não substitui o documento original para fim nenhum, e não autoriza dirigir sem a CNH.
Acidente de trânsito: Delegacia Virtual ou SISDAT do Detran
O Pará tem dois registros online para batida sem ferido, e eles não se substituem.
A Delegacia Virtual registra acidente de trânsito sem vítima. Com pessoa ferida ou morta, o registro é presencial, sem exceção.
O SISDAT é o Sistema de Declaração de Acidente de Trânsito do Detran-PA, em registroacidente.detran.pa.gov.br. Ele registra acidente com danos materiais de pequena monta, sem feridos, e o Detran o descreve como ferramenta oficial "servindo para fins de seguro, registro próprio ou ações judiciais". O prazo é de até 30 dias depois do fato.
O SISDAT tem condições que a Delegacia Virtual não tem. Só entra acidente de pequena monta, sem vítima com lesão grave, sem vazamento de produto perigoso, sem dano ao meio ambiente ou a patrimônio público, sem veículo oficial, com no máximo cinco veículos e sem álcool em nenhuma das partes. E o Detran define ferido de um jeito amplo: quem precisou ir a um pronto-socorro, "seja por meios próprios ou ambulância".
Qual usar.
Para a seguradora e para a ação de conserto, o SISDAT foi feito para isso e pede placa e Renavam de todos. Para o caso em que o outro fugiu, ameaçou ou há indício de crime, o BOP da Delegacia Virtual é o documento policial.
Os dois podem coexistir: um é do Detran, o outro é da Polícia Civil. O que escrever no relato para o pedido de conserto valer está em boletim de ocorrência de acidente de trânsito.
Santarém, Marabá, Ananindeua, Parauapebas, Paragominas e Castanhal: o portal é o mesmo
Não existe Delegacia Virtual de Santarém nem de Belém. O portal é estadual, e o que muda é a delegacia física indicada no fim do BOP, que é para onde você leva o documento assinado.
Pela lista de unidades da Polícia Civil, funcionam 24 horas a 16ª Seccional Urbana, em Santarém (Travessa Silvino Pinto), a 21ª, em Marabá (Folha 30), a 20ª, em Parauapebas (Avenida Faruk Salmen), e a 13ª, em Paragominas (Avenida Portugal).
Na Região Metropolitana, são 24 horas a 3ª Seccional, na Cidade Nova, e a 14ª, em Ananindeua, esta com o flagrante noturno levado para a 3ª. Em Castanhal, a unidade 24 horas que consta na lista é a 3ª Superintendência Regional, na Rua Paes de Carvalho, 2986.
Endereço e horário mudam.
Confira na lista de unidades do site da Polícia Civil antes de sair de casa, ou ligue 190 para a Polícia Militar ir ao local.
O que o BOP não faz, e o que fazer depois dele
O boletim registra a sua versão do fato na data em que você contou. Ele não julga, não devolve dinheiro e não obriga ninguém a nada.
Resumindo o que ele faz em cada caso:
| O caso | O que o BOP prova | O que resolve o problema |
|---|---|---|
| Golpe do Pix | A data e o valor, para a contestação no banco | A contestação no banco e, se negar, o Juizado |
| Batida sem ferido | A dinâmica que você contou | O SISDAT para a seguradora e o pedido de conserto |
| Celular furtado | O IMEI e a data, para bloquear e para o seguro | O bloqueio na operadora e a contestação de compras |
| Documento perdido | Que o documento saiu da sua mão naquele dia | A segunda via e a contestação de dívida em seu nome |
| Ameaça ou injúria | O relato e a data, para a representação | A queixa ou a representação, que têm prazo próprio |
O que a tabela não diz é o depois. Ameaça, injúria, calúnia e difamação dependem de você pedir que a polícia ou a Justiça siga adiante, e o registro sozinho não faz isso.
Dá pra levar o BOP ao Juizado sem advogado nas causas menores, e o Juizado de Pequenas Causas explica o teto e o caminho. O guia geral, com o portal de cada estado, está em boletim de ocorrência online.
Se você tem o BOP e quer saber o que pedir, contra quem e com que prazo, mande o PDF pelo WhatsApp. A conversa inicial serve para isso.
Guias úteis aqui no site
- Boletim de ocorrência online: como fazer no seu estado
- Consultar boletim de ocorrência: pelo protocolo, pelo CPF, e o que fazer quando não aparece
- Boletim de ocorrência de acidente de trânsito: o que escrever nele
- Boletim de ocorrência em Goiás: Delegacia Virtual, RAI e consulta
- Boletim de ocorrência em São Paulo: Delegacia Digital e consulta
- Boletim de ocorrência em MG: Delegacia Virtual, REDS e consulta
- Caí no golpe do PIX: o que fazer agora
- Como funciona o Juizado de Pequenas Causas
- Boletim de ocorrência em SC: Delegacia Virtual, BO online e consulta
- Boletim de ocorrência no RS: Delegacia Online, protocolo e consulta
- Boletim de ocorrência no DF: Delegacia Eletrônica, recibo e consulta
- Boletim de ocorrência em MT: Delegacia Digital, login e consulta
- Boletim de ocorrência no RN: Delegacia Virtual, gov.br e consulta
- Boletim de ocorrência no ES: Delegacia Online, protocolo e consulta
- Boletim de ocorrência no Amazonas: Delegacia Virtual e consulta
- Boletim de ocorrência no PR: Delegacia Eletrônica, Bateu e consulta
- Boletim de ocorrência no RJ: Delegacia Online, RO e consulta
- Boletim de ocorrência em PE: Delegacia pela Internet e consulta
- Boletim de ocorrência em RO: Delegacia Virtual, gov.br e consulta
- Boletim de ocorrência na PB: Delegacia Online, gov.br e consulta
- Boletim de ocorrência no MA: Delegacia Online, gov.br e consulta
- Boletim de ocorrência no CE: Delegacia Eletrônica, gov.br e consulta
- Boletim de ocorrência na Bahia: Delegacia Virtual, gov.br e consulta
- Boletim de ocorrência no MS: Delegacia Virtual, Devir e consulta
- Boletim de ocorrência no Piauí: BO Fácil pelo WhatsApp e consulta
- Boletim de ocorrência no TO: Delegacia Virtual, gov.br e consulta
- Boletim de ocorrência em Sergipe: Delegacia Virtual, gov.br e consulta
- Boletim de ocorrência em Roraima: Delegacia Virtual, gov.br e consulta
- Boletim de ocorrência no Amapá: Delegacia Virtual, gov.br e consulta
- Boletim de ocorrência em Alagoas: Delegacia Virtual, gov.br e consulta
- Boletim de ocorrência no Acre: Delegacia Virtual, gov.br e consulta
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Perguntas frequentes
Como fazer um boletim de ocorrência online no Pará?
O que é BOP no Pará?
O que pode ser registrado na Delegacia Virtual do Pará?
O que não pode ser registrado online no Pará?
Golpe do Pix pode ser registrado na Delegacia Virtual do Pará?
Como consultar boletim de ocorrência no Pará pelo CPF?
Como pegar a segunda via do BO feito na delegacia física no Pará?
Como saber se um boletim de ocorrência do Pará é verdadeiro?
O BOP da Delegacia Virtual precisa ser levado à delegacia?
Dá para alterar ou cancelar um BOP feito online no Pará?
Acidente de trânsito sem vítima no Pará: Delegacia Virtual ou SISDAT?
Perdi o RG no Pará e fiz o BOP. O RG que aparecer ainda vale?
Menor de idade pode fazer BO online no Pará?
Quem é de outro estado pode registrar na Delegacia Virtual do Pará?
Existe delegacia virtual de Santarém, Marabá ou Belém?
Como fazer denúncia anônima no Pará?
Este conteúdo ajudou?
Fontes e base legal
Ver a legislação, os julgados e os endereços consultados
Delegacia Virtual do Estado do Pará (delegaciavirtual.pa.gov.br), página inicial, tela de entrada do registro e Dúvidas Frequentes (25 itens); Prodepa, notícia de lançamento da Delegacia Virtual Multilíngue (outubro de 2025); Polícia Civil do Pará, páginas Serviços e Unidades Policiais (pc.pa.gov.br/delegacias); DEAM Virtual (deamvirtual.pc.pa.gov.br); Segup, página Delegacia Virtual; Detran-PA, páginas 'O que é SISDAT?' e instruções do Registro de Acidente de Trânsito (registroacidente.detran.pa.gov.br). Endereços, horários e naturezas mudam: conferir no portal antes de registrar.
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