Santos Cruvinel Advogados

Boletim de ocorrência no RS: Delegacia Online, protocolo e consulta

✓ Atualizado em 1 de outubro de 2026 · Revisão: Dr. Fabrício Santos Cruvinel, OAB 51.741

Boletim de ocorrência no Rio Grande do Sul: a Delegacia de Polícia Online e o login gov.br, a lista do que dá para registrar e as quatro delegacias temáticas, o deferimento que faz o boletim valer, o protocolo de 15 dígitos, as três consultas e por que nenhuma é pelo CPF, o boletim da Brigada Militar, as DPPAs e o que o boletim não faz.

No Rio Grande do Sul o BO online se chama Delegacia Online, e pede gov.br

No Rio Grande do Sul, Delegacia Online é o nome certo.

Não é apelido.

A Delegacia de Polícia Online do Estado do Rio Grande do Sul, em delegaciaonline.rs.gov.br, é o portal da Polícia Civil gaúcha para registrar ocorrência pela internet. Existe desde 2002, segundo a própria página institucional, e hoje se divide em uma delegacia geral e quatro temáticas: a Online da Mulher, a do Agro, a da Diversidade e a Amiga dos Animais.

Duas coisas separam o Rio Grande do Sul dos vizinhos.

Uma é a conta. A caixa de registro da página inicial diz, com o logotipo ao lado: "Para Registrar sua Ocorrência Policial, use o login gov.br". Sem a conta, dá pra consultar protocolo e autenticar documento, mas não registrar.

A outra é o deferimento. O que você envia é uma solicitação, que passa por análise policial, e a página institucional avisa que a ocorrência "somente terá valor legal após o deferimento da Delegacia de Polícia Online". O boletim nasce depois do e-mail que diz ‘deferido’.

O que você querOnde entrarO que pede
Registrar uma ocorrência pela internetDelegacia Online (delegaciaonline.rs.gov.br), Registrar Ocorrência PolicialLogin gov.br, maior de 18 anos com CPF, e-mail válido
Saber se foi deferido e imprimirConsulte seu protocolo, na página inicialO protocolo de 15 dígitos informado no registro
Recuperar o protocolo perdidoPerdeu seu número de protocolo?Nome, data de nascimento, data do fato e e-mail
Saber para qual delegacia o caso foiEm qual Delegacia de Polícia está minha ocorrência?Número, ano e órgão do boletim e sua data de nascimento
Conferir se um boletim é verdadeiroAutenticação digital da ocorrênciaO número de autenticação impresso no documento
Boletim da Brigada Militarbrigadamilitar.rs.gov.br, Consulta Boletim de OcorrênciaNúmero, ano e órgão do boletim e RG ou CPF de quem participou
Violência contra a mulherDelegacia de Polícia Online da Mulher, no mesmo portalLogin gov.br; denúncia anônima pelo WhatsApp (55) 98454-1004
O que não passa pela internetDelegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) ou 190Documento com foto

Guarde a tabela. Cada linha da consulta pede um dado diferente, e é isso que confunde quem ‘não acha o BO’.

O que dá para registrar na Delegacia Online

A carta de serviço do Portal RS traz a lista inteira, e ela é longa: perda; acidente de trânsito sem feridos; furto ou roubo; ofensas; maus-tratos contra animais; perturbação; abandono do lar; ameaça; apropriação indébita; condição para atendimento hospitalar; dano; dano causado por fenômenos da natureza; desacato; desaparecimento de pessoa; estelionato; falta de cautela na condução de animais; fuga do local de acidente; localização de objetos e documentos; localização de pessoa desaparecida; vias de fato.

E existe a porta ‘Outras ocorrências’, que a carta define como "fatos não especificados, inclusive atípicos", com uma lista do que fica de fora: homicídio, estupro, latrocínio, sequestro, furto de veículo e roubo de veículo.

Golpe tem botão próprio. Estelionato está na lista, e a página inicial traduz em linguagem de balcão: ‘Alguém me enganou’. O golpe do Pix vai ali, com valor, data, chave e nome de quem recebeu, e o boletim deferido é o documento que o banco pede na contestação e o Juizado pede na ação. O que fazer com ele está em caí no golpe do Pix.

Roubo e furto entram, no mesmo botão. Perda de documento também, e tem a modalidade inversa, Localização de Objetos e Documentos, para quando o documento aparece.

A Delegacia Online da Mulher registra violência doméstica e descumprimento de medida protetiva, e a do Agro registra abigeato, furto ou roubo no campo e alteração de limites divisórios.

A carta ainda dá a ordem de prioridade da análise: desaparecimento de pessoa, violência doméstica contra a mulher, descumprimento de medida protetiva e ameaça. Ou seja, o registro de ameaça é analisado antes do de perda de documento.

O que não passa pela internet, e a DPPA

Duas regras vêm da própria página inicial.

Fato fora da lista vai para a delegacia. O aviso é literal: os fatos ou crimes que não estão disponíveis "deverão ser registrados pessoalmente em qualquer Delegacia de Polícia". E as dúvidas frequentes acrescentam a armadilha: relatar no histórico um fato que não está na lista leva ao indeferimento, e o registro tem que ser refeito no balcão.

Fato fora do Rio Grande do Sul também não entra, com duas exceções: perda e localização de documentos podem ser registradas de qualquer lugar.

Acidente tem três portas fechadas. Com feridos, com motorista com sinais de embriaguez ou com fuga de um dos envolvidos, o registro é presencial.

Em Porto Alegre, a unidade de plantão da Polícia Civil se chama Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento, a DPPA. A lista de delegacias do portal traz a DPPA 02 na Avenida Ipiranga, 1805, telefone (51) 3288-2290, e a DPPA 03 na Rua Tavares, 381, telefone (51) 3288-2566. A lista não escreve horário; a página de telefones da Polícia Civil chama o número de ‘plantão’.

Se você não sabe se o seu caso cabe na internet, mande o que aconteceu pelo WhatsApp. A conversa inicial serve para dizer se o registro é online, presencial ou os dois, e o que pedir depois dele.

Fale agora com um advogado. Atendimento pelo WhatsApp.

Como fazer: ajuda ativa, protocolo de 15 dígitos e o e-mail do deferimento

O registro começa pelo login gov.br, e a página oferece dois caminhos. Quem já sabe o nome do fato escolhe na lista. Quem não sabe usa a ajuda ativa, a seção ‘O que aconteceu?’, com frases como ‘Bati ou bateram no meu carro’ e ‘Alguém me enganou’. O sistema faz perguntas e leva ao formulário certo.

Antes de cada formulário, um aviso: registro falso é crime, com os artigos do Código Penal.

O preenchimento pede os dados de identificação e o e-mail, e é aqui que o portal localiza o indeferimento. As dúvidas frequentes explicam: os dados de quem comunica são comparados com o banco da Polícia Civil, e dado diferente do que está no RG "pode levar ao indeferimento da ocorrência". Nome como está no documento, data de nascimento certa.

Agora o número que você tem que guardar.

Durante o registro o sistema informa um protocolo de 15 dígitos. As dúvidas frequentes chamam esse número de "sua chave de acesso à ocorrência": ele serve para retomar o registro se a conexão cair, para consultar, para alterar e para aditar. Anote antes de fechar a tela.

Depois, a análise. A carta do Portal RS descreve a espera assim: aguardar no e-mail a resposta, deferido ou indeferido. Deferido, você volta ao portal, informa o protocolo e imprime o boletim "com autenticação digital". Em seguida, um segundo e-mail informa a delegacia responsável, para onde o caso foi encaminhado.

Nenhuma fonte oficial fixa o prazo dessa análise. O portal diz que, em caso de dúvida, a equipe entra em contato pelo e-mail informado.

Consultar: três caixas, três dados diferentes, e nenhum deles é o CPF

O Rio Grande do Sul não tem consulta pelo CPF na Polícia Civil.

O que existe são três caixas na página inicial, e cada uma pede uma coisa. "Consulte seu protocolo" pede os 15 dígitos e mostra o estado do registro; é a que imprime o boletim deferido. "Em qual Delegacia de Polícia está minha ocorrência?" pede o número do boletim em três partes, número, ano e órgão, mais a data de nascimento de quem comunicou. "Autenticação digital" pede o número de autenticação impresso no documento e confirma se ele é legítimo.

Perdeu o protocolo, tem caminho. O formulário "Perdeu seu número de protocolo?" pede nome, data de nascimento, data do fato e e-mail, e reenvia o número.

Quem quer saber o andamento da investigação não acha no portal. Depois do deferimento, o caso vai para a delegacia da região do fato, e o e-mail informa qual. É lá que se pergunta.

Cada estado consulta de um jeito, e a comparação está em consultar boletim de ocorrência.

Boletim da Brigada Militar: consulta por número e RG ou CPF

Se quem atendeu foi a Brigada Militar, o boletim é dela, e a consulta é em outro lugar.

O site da Brigada tem a página Consulta Boletim de Ocorrência, e a carta de serviço do Portal RS descreve o que ela pede: o número do boletim, em número, ano e número do órgão, e o RG ou o CPF de quem participou como autor, vítima, comunicante ou testemunha.

O sistema devolve o boletim em PDF, sem ir ao batalhão. É gratuito, e o mesmo site tem uma página para quem não sabe o código do órgão e outra de Autenticação de BO.

Aqui, sim, o CPF serve: é o CPF de quem está no boletim, junto com o número dele.

Acidente de trânsito: sem feridos online, e as duas exceções

A modalidade se chama Acidente de Trânsito Sem Feridos, e a página inicial a traduz como "Bati ou bateram no meu carro". Serve para a batida de estacionamento e a colisão leve.

As dúvidas frequentes fecham três portas. Com pessoa ferida, com motorista com sinais de embriaguez e com fuga do local por um dos envolvidos, o registro é presencial.

A fuga tem detalhe. Existe na lista a modalidade Fuga do Local de Acidente, mas a resposta oficial sobre acidente manda o caso com fuga para a delegacia. Na dúvida entre as duas, o presencial é o caminho que o portal indica.

O que escrever no relato para o pedido de conserto valer está em boletim de ocorrência de acidente de trânsito.

Corrigir, aditar e o que fazer quando indefere

O protocolo é a chave para tudo isso. As dúvidas frequentes dizem que ele "pode ser usado para consultar, alterar ou aditar uma ocorrência", que é a diferença do Rio Grande do Sul para os estados em que qualquer correção é presencial.

Indeferiu, o e-mail avisa. Os dois motivos que o portal escreve são dado diferente do RG e relato de fato que não está na lista. No primeiro, o erro é de digitação e o registro se refaz com os dados como estão no documento; no segundo, o próprio portal diz que o registro deverá ser feito presencialmente.

Se o boletim saiu com o fato errado e isso muda o que você pode pedir na Justiça, mande o PDF pelo WhatsApp. A conversa inicial diz se vale aditar antes de entrar com o pedido.

Se é isso que está acontecendo com você, mande sua situação pelo WhatsApp. A conversa inicial serve para entender o seu caso.

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Porto Alegre, Canoas, Caxias do Sul, Pelotas, Gravataí e Viamão: o portal é o mesmo

Não existe Delegacia Online de Canoas nem da Restinga. O portal é estadual, o login é o mesmo, e o que muda é a delegacia da região do fato, informada por e-mail depois do deferimento.

Para o presencial, a página de telefones das DPPAs da Polícia Civil lista o plantão de cada cidade: Canoas (51) 3425-9000, Gravataí (51) 3431-6083, Viamão (51) 3435-9300, Caxias do Sul 3238-7700, Pelotas (53) 3310-8600, Santa Maria 0800 510 4658, Novo Hamburgo (51) 3584-5848 e São Leopoldo (51) 3579-0400. O portal também tem a busca "Delegacias na sua cidade", com endereço e telefone de cada unidade.

Telefone e endereço mudam. Confira antes de sair de casa.

O que o boletim não faz, e o que fazer depois dele

O boletim registra a sua versão na data em que você contou, e no Rio Grande do Sul só passa a existir depois do deferimento. Ele não julga, não devolve dinheiro e não obriga ninguém a nada.

Resumindo o que ele faz em cada caso:

O casoO que o BO provaO que resolve o problema
Golpe do PixA data e o valor, para a contestação no bancoA contestação no banco e, se negar, o Juizado
Batida sem feridoA dinâmica que você contouO pedido de conserto contra o culpado ou o seguro
Celular furtadoO IMEI e a data, para bloquear e para o seguroO bloqueio na operadora e a contestação de compras
Documento perdidoQue o documento saiu da sua mão naquele diaA segunda via e a contestação de dívida em seu nome
Ameaça ou ofensaO relato e a data, para a representaçãoA queixa ou a representação, que têm prazo próprio

O que a tabela não diz é o depois. Ameaça e ofensas dependem de você pedir que a polícia ou a Justiça siga adiante, e o registro sozinho não faz isso, mesmo com a prioridade de análise que a carta dá à ameaça.

Dá pra levar o boletim ao Juizado sem advogado nas causas menores, e o Juizado de Pequenas Causas explica o teto e o caminho. O guia geral, com o portal de cada estado, está em boletim de ocorrência online.

Se você tem o boletim deferido e quer saber o que pedir, contra quem e com que prazo, mande o PDF pelo WhatsApp. A conversa inicial serve para isso.

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Perguntas frequentes

Como fazer um BO online no RS?
Na Delegacia de Polícia Online, em delegaciaonline.rs.gov.br, com login gov.br: o portal exige a conta para registrar, além de maioridade, CPF e e-mail válido. Escolha o fato na lista ou use a ajuda ativa, preencha e guarde o protocolo de 15 dígitos. O registro passa por análise policial e só tem valor legal depois do deferimento, avisado por e-mail; deferido, você imprime o boletim com autenticação digital pelo protocolo.
Precisa de gov.br para fazer BO no Rio Grande do Sul?
Para registrar, sim: a página inicial da Delegacia Online diz que o registro da ocorrência usa o login gov.br, com o botão Entre ou Cadastre-se. As consultas não pedem a conta: consultar protocolo, recuperar protocolo perdido, saber em qual delegacia está a ocorrência e autenticar o documento funcionam sem login.
O que pode ser registrado na Delegacia Online do RS?
Pela carta de serviço do Portal RS: perda, acidente de trânsito sem feridos, furto ou roubo, ofensas, maus-tratos contra animais, perturbação, abandono do lar, ameaça, apropriação indébita, condição para atendimento hospitalar, dano, dano por fenômenos da natureza, desacato, desaparecimento de pessoa, estelionato, falta de cautela na condução de animais, fuga do local de acidente, localização de objetos e documentos, localização de pessoa desaparecida, vias de fato e outras ocorrências, exceto homicídio, estupro, latrocínio, sequestro e furto ou roubo de veículo.
Golpe do Pix pode ser registrado na Delegacia Online do RS?
Pode, na modalidade Estelionato, que a página inicial apresenta como 'Alguém me enganou'. Coloque valor, data, chave Pix, nome de quem recebeu e guarde os prints. O boletim deferido é o documento que o banco pede na contestação e o Juizado pede na ação. Só vale depois do e-mail de deferimento.
O que é o deferimento do BO no RS?
É a aceitação do registro pela Polícia Civil, depois de uma análise. O portal avisa que a ocorrência só tem valor legal após o deferimento da Delegacia Online. Você recebe um e-mail dizendo deferido ou indeferido; deferido, informa o protocolo de 15 dígitos no portal e imprime o boletim com autenticação digital, e um novo e-mail informa a delegacia responsável. Nenhuma fonte oficial fixa o prazo da análise.
Por que o BO online do RS é indeferido?
Pelos dois motivos que o portal escreve: dados de identificação diferentes dos que estão no RG, porque são comparados com o banco da Polícia Civil, e relato, no histórico, de fato que não está disponível na lista, caso em que o registro tem de ser feito pessoalmente em uma delegacia. Digite nome e data de nascimento como estão no documento.
Como consultar boletim de ocorrência no RS pelo CPF?
Na Polícia Civil, não existe consulta pelo CPF. A Delegacia Online consulta pelo protocolo de 15 dígitos; 'Em qual Delegacia está minha ocorrência' pede número, ano e órgão do boletim mais a data de nascimento; a autenticação pede o número de autenticação impresso. O CPF só entra na consulta do boletim da Brigada Militar, junto com o número do boletim.
Perdi o número do protocolo da Delegacia Online. O que faço?
Use o link 'Perdeu seu número de protocolo?' na página inicial. Ele pede nome do comunicante, data de nascimento, data do fato e e-mail, e reenvia o número por e-mail. O protocolo é a chave de acesso à ocorrência: serve para retomar, consultar, alterar e aditar o registro.
Como acompanhar o boletim de ocorrência no RS?
O estado do registro se consulta pelo protocolo na página inicial. Depois do deferimento, a ocorrência que noticia crime é encaminhada à delegacia da região do fato, e o e-mail informa qual. O andamento da investigação se pergunta nessa delegacia; a caixa 'Em qual Delegacia de Polícia está minha ocorrência?' localiza a unidade pelo número, ano e órgão do boletim e pela data de nascimento.
Como consultar o boletim de ocorrência da Brigada Militar?
No site da Brigada Militar, página Consulta Boletim de Ocorrência: informe o número do boletim, em número, ano e número do órgão, e o RG ou o CPF de quem participou como autor, vítima, comunicante ou testemunha. O sistema devolve o boletim em PDF, sem ir ao batalhão. É gratuito, e o site tem uma página para quem não sabe o código do órgão.
Acidente de trânsito no RS: quando não dá para registrar online?
Em três situações, segundo as dúvidas frequentes do portal: quando há pessoa ferida, quando o motorista apresenta sinais de embriaguez e quando um dos envolvidos fugiu do local. Nesses casos o registro é presencial em uma delegacia. Só o acidente sem feridos, com danos materiais, entra na Delegacia Online.
Dá para alterar ou aditar um BO feito na Delegacia Online do RS?
Dá, pelo protocolo: as dúvidas frequentes dizem que o número do protocolo pode ser usado para consultar, alterar ou aditar uma ocorrência, além de retomar o registro se a conexão cair. Guarde os 15 dígitos.
Quem mora em outro estado pode registrar na Delegacia Online do RS?
Só para perda e localização de documentos e objetos, que o portal aceita mesmo com fato ocorrido fora do Rio Grande do Sul. Os demais fatos ocorridos fora do estado não podem ser registrados na Delegacia Online e vão para uma delegacia. O público é qualquer cidadão ou estrangeiro com CPF, maior de 18 anos.
Existe delegacia online de Porto Alegre, Canoas ou Caxias do Sul?
Não existe portal por cidade. A Delegacia Online é estadual, e o que muda é a delegacia da região do fato, informada por e-mail depois do deferimento. Para o presencial, a unidade de plantão é a Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento: em Porto Alegre, a DPPA 02 na Avenida Ipiranga, 1805, e a DPPA 03 na Rua Tavares, 381; a Polícia Civil publica os telefones das DPPAs de Canoas, Caxias do Sul, Pelotas, Gravataí, Viamão e outras.
Como fazer denúncia anônima no Rio Grande do Sul?
Pelo Disque Denúncia, 181, ou pelo link Denuncie no site da Polícia Civil. A Delegacia Online não aceita denúncia anônima: o registro é feito com login gov.br e responde pelo que declara. A Delegacia Online da Mulher tem um canal de denúncia por WhatsApp e Telegram, (55) 98454-1004, que o portal descreve como anônimo e sigiloso.
Quais registros a Delegacia Online do RS analisa primeiro?
A carta de serviço do Portal RS lista as prioridades de atendimento: desaparecimento de pessoa, violência doméstica contra a mulher, descumprimento de medida protetiva e ameaça. O serviço fica disponível sete dias por semana, 24 horas, e é gratuito; o telefone da Delegacia Online é (51) 3288-2440.

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Fontes e base legal

Ver a legislação, os julgados e os endereços consultados

Delegacia de Polícia Online do Estado do Rio Grande do Sul (delegaciaonline.rs.gov.br): página inicial, 'Sobre a Delegacia de Polícia Online', Perguntas e Dúvidas Frequentes, telas de consulta de protocolo, recuperação de protocolo, localização de ocorrência e autenticação digital, Delegacia Online da Mulher e busca 'Delegacias na sua cidade'; Portal RS, cartas de serviço 'Registrar ocorrência policial - Delegacia Online' e 'Consultar Boletim de Ocorrência'; Brigada Militar, página 'Consulta Boletim de Ocorrência'; Polícia Civil do RS, página 'Telefones DPPAs'. Endereços, telefones e lista de fatos mudam: conferir no portal antes de registrar.

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Dr. Fabrício Santos Cruvinel