Santos Cruvinel Advogados

Somatropina negada pelo plano ou SUS: como conseguir na Justiça

✓ Atualizado em 28 de outubro de 2026 · Revisão: Dr. Fabrício Santos Cruvinel, OAB 51.741

Somatropina negada pelo SUS ou pelo plano de saúde: as doenças atendidas pelo SUS, como pedir na farmácia de alto custo, o que fica fora do protocolo, o item HGH do rol da ANS, o preço, os requisitos do STF e as decisões a favor e contra.

Somatropina tem no SUS?

Se o médico receitou somatropina para o seu filho, o SUS pode fornecer, mas só para duas doenças. A somatropina, que é o hormônio do crescimento vendido como Genotropin, Norditropin e outras marcas, faz parte do Componente Especializado do SUS, o programa das farmácias de alto custo.

As duas doenças são a deficiência do hormônio de crescimento, o hipopituitarismo, e a síndrome de Turner. Cada uma tem protocolo próprio do Ministério da Saúde: o da deficiência de GH é a Portaria Conjunta SAS/SCTIE 28, de 30/11/2018, e trata também do adulto; o da síndrome de Turner foi atualizado pela Portaria Conjunta SAES/SECTICS 15, de 01/08/2025.

O remédio é do Grupo 1A, que é o grupo comprado de forma centralizada pelo Ministério da Saúde e repassado aos estados.

Fora desses dois protocolos, o SUS não fornece pela via administrativa.

Ficam de fora a baixa estatura idiopática, que é a baixa estatura sem causa identificada, a criança que nasceu pequena para a idade gestacional, o chamado PIG, e a síndrome de Prader-Willi. Segundo a bula do Genotropin aprovada pela Anvisa em 11/12/2025, essas condições estão entre as indicações daquela marca, e mesmo assim não entram no fornecimento do SUS.

Como solicitar somatropina pelo SUS

O pedido é feito na farmácia de alto custo do estado, com o Cartão Nacional de Saúde, documento de identidade, comprovante de residência, a receita, o LME, que é o laudo que o médico preenche para pedir remédio do Componente Especializado, e os exames que o protocolo da doença exige. A receita e o laudo podem vir de médico particular, e o estado pode receber o pedido pela internet.

Em Goiás, a somatropina sai pela CEMAC Juarez Barbosa.

O guia oficial da Secretaria de Saúde de Goiás lista a somatropina de 4 UI e de 12 UI para a deficiência do hormônio de crescimento, com o CID E23.0, LME válido por 90 dias e receita de endocrinologista ou de pediatra.

Agora, depois da liberação, o tratamento segue com a renovação, que é uma das etapas previstas no Componente Especializado. E o fornecimento é interrompido se o remédio não for retirado por 6 meses seguidos.

Lembrando que o remédio só sai quando o caso está dentro do protocolo. Quem recebe negativa deve guardá-la por escrito, porque é ela que abre a porta da Justiça.

Somatropina para baixa estatura idiopática, PIG e Prader-Willi

Para essas condições, a somatropina conta como remédio não incorporado.

Pelo Tema 1.234 do STF, remédio previsto em protocolo para outra finalidade conta como não incorporado. Ou seja, quem precisa de somatropina para baixa estatura idiopática, para a criança nascida PIG ou para Prader-Willi entra no pedido judicial pela mesma porta de um remédio que nunca foi incorporado, com os seis requisitos do Tema 6 do STF.

A Justiça já decidiu nos dois sentidos. Em 08/07/2026, a 4ª Turma Cível do TJDFT mandou fornecer somatropina fora do protocolo, para anemia de Diamond-Blackfan, com os requisitos dos Temas 6 e 1.234 preenchidos. Em 03/12/2025, a 2ª Turma Cível do mesmo tribunal negou outro pedido por falta de indicação do remédio para o quadro clínico da autora.

Plano de saúde cobre somatropina?

O remédio somatropina não está no rol da ANS, que é a lista de coberturas obrigatórias dos planos, e não tem diretriz de utilização. A aplicação é injeção subcutânea diária, à noite, feita em casa pelos pais ou pelo próprio paciente, e a Lei 9.656/1998, que é a lei dos planos de saúde, permite excluir do contrato o remédio de uso domiciliar, pelo art. 10, VI.

E há um item do rol que gera confusão.

O único item do rol com o nome do hormônio é "HORMÔNIO DO CRESCIMENTO (HGH)", que está no grupo de endocrinologia laboratorial. É a dosagem do hormônio em exame de laboratório. O tratamento não aparece no rol. Mesmo assim, uma decisão do TJDFT de 2026 leu esse item como cobertura do remédio, enquanto outras turmas do mesmo tribunal negam.

O Superior Tribunal de Justiça considera lícita a exclusão do remédio domiciliar, salvo os de câncer de uso oral, a medicação em home care e os incluídos no rol (REsp 1.692.938). Os critérios do STF para tratamento fora do rol também entram na conversa quando o plano nega.

Preço da somatropina

Na lista da CMED, que é a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, publicada em 09/10/2026, algumas apresentações de somatropina são isentas de ICMS. Para essas, vale a coluna de alíquota zero.

ApresentaçãoPF sem impostosPF com impostoPMVG sem impostosPMVG com imposto
Genotropin 12 mg (36 UI), canetaR$ 1.529,14R$ 1.887,45 (ICMS de 18%)R$ 1.226,52R$ 1.513,92 (ICMS de 18%)
Norditropin FlexPro 10 mg/1,5 mLR$ 1.165,61R$ 1.179,77 (isento de ICMS)R$ 934,94R$ 946,29 (isento de ICMS)

O PF é o preço fábrica, e é sobre ele que se calcula o PMVG, que é o preço máximo de venda ao governo, inclusive na compra feita por ordem judicial. A dose é calculada pelo peso: no protocolo da síndrome de Turner, chega a 50 microgramas por quilo por dia, aplicados todas as noites.

Somatropina negada pelo SUS: o caminho na Justiça

São duas situações diferentes.

Se o caso está dentro do protocolo de deficiência de GH ou de síndrome de Turner e o pedido foi negado, o remédio já é incorporado, e a discussão é por que a farmácia de alto custo recusou um caso que cumpre o protocolo. Os seis requisitos do Tema 6 do STF, explicados em medicamento de alto custo pelo SUS ou plano, são para remédio não incorporado.

Se o caso está fora do protocolo, eles se aplicam por inteiro.

Requisito do Tema 6No caso da somatropina fora do protocolo
o SUS negou o pedidonegativa da farmácia de alto custo, ou protocolo sem resposta
a Conitec recusou de forma ilegal, nunca recebeu pedido ou passou do prazoo site da Conitec mostra se o uso pedido já foi avaliado
nenhum remédio das listas do SUS substituirelatório explicando por que o caso não cabe nos dois protocolos e o que já foi feito
eficácia por estudo de alto nívelensaio clínico randomizado, revisão sistemática ou meta-análise na condição da criança
tratamento imprescindívellaudo fundamentado, com o histórico do tratamento
a família não pode pagarcomprovantes de renda e de despesas

E o mais importante, o juiz não decide só com o laudo do médico da família: a tese manda ouvir antes o NATJUS, que é o núcleo técnico do Judiciário.

Fora do protocolo, a ação vai para a Justiça Federal, e quem paga é a União, quando um ano de tratamento custa 210 salários mínimos ou mais pelo PMVG na alíquota zero, o que em 2026 dá R$ 340.410,00. Abaixo disso, corre na Justiça Estadual (Tema 1.234). Como a dose depende do peso, a conta é feita com a receita de cada criança.

Somatropina negada pelo plano: o caminho na Justiça

Contra o plano, o resultado hoje depende muito da turma que julga.

Em 2026, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal decidiu nos dois sentidos, às vezes no mesmo dia. A 4ª e a 5ª Turma Cível mandaram planos de autogestão custear a somatropina, uma delas para baixa estatura idiopática. A 1ª e a 2ª Turma Cível consideraram lícita a negativa: uma pela exclusão do remédio de uso em casa, a outra, por maioria, pela exclusão prevista no contrato, num caso de hipopituitarismo.

Na leitura do escritório, dá pra pedir, mas sem promessa: o pedido contra o plano é uma discussão aberta, e o contrato e o relatório médico pesam no resultado. Por isso o primeiro passo é pedir a negativa por escrito à operadora e separar o contrato, para ver se ele cobre remédio de uso em casa.

Para deficiência de GH e síndrome de Turner, o SUS continua sendo um caminho, e a farmácia de alto custo aceita receita e laudo de médico particular.

Com esses papéis, um advogado avalia se cabe liminar contra o plano de saúde, que é a decisão urgente do começo do processo. Se você já tem a negativa, mande a sua situação pelo WhatsApp com a receita e o contrato. A conversa inicial serve para entender o caso e dizer qual caminho cabe nele.

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O que os tribunais têm decidido sobre somatropina

Tribunal e processoDataContraResultado
TJDFT, 4ª Turma Cível, Apelação 0769471-19.2025.8.07.000130/09/2026planoplano condenado a custear, baixa estatura idiopática
TJDFT, 5ª Turma Cível, Apelação e remessa 0794352-15.2025.8.07.001610/09/2026planoplano deve custear, com base no item HGH do rol
TJDFT, 1ª Turma Cível, Apelação 0745486-21.2025.8.07.000130/09/2026planonegativa lícita, uso domiciliar
TJDFT, 2ª Turma Cível, processo 0760471-92.2025.8.07.000107/10/2026planonegativa lícita por exclusão do contrato, por maioria, hipopituitarismo
TJDFT, 4ª Turma Cível, Apelação 0700872-74.2025.8.07.001808/07/2026SUSfornecimento fora do protocolo, Temas 6 e 1.234
TJDFT, 2ª Turma Cível, processo 0716953-35.2024.8.07.001803/12/2025SUSpedido negado, sem indicação para o quadro

Lembrando que são decisões de um tribunal, em casos concretos. O mesmo pedido pode ter resultado diferente em outro estado ou em outra turma.

O relatório médico que sustenta o pedido

O relatório do pedido de somatropina precisa ir além da receita. Ele traz o diagnóstico com o CID, os exames que confirmam a condição, o peso da criança e a dose por quilo, o tratamento já feito, por que a somatropina é necessária naquele caso, com os estudos que sustentam o uso, e o que se perde se o tratamento esperar.

Agora, quando o caso está fora do protocolo, o relatório também precisa dizer por que ele não se encaixa na deficiência de GH nem na síndrome de Turner.

No SUS, entram a negativa por escrito e os comprovantes de renda e de despesas da família.

No plano, entram a negativa da operadora e o contrato.

Se a negativa chegou e você não sabe se o relatório está completo, mande a receita e o relatório pelo WhatsApp. A conversa inicial serve para dizer o que ainda falta antes de qualquer pedido.

Se é isso que está acontecendo com você, mande sua situação pelo WhatsApp. A conversa inicial serve para entender o seu caso.

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Resumindo

SituaçãoO que acontece hoje
Deficiência de GH ou síndrome de Turnerfarmácia de alto custo, com LME, receita e exames do protocolo
Baixa estatura idiopática, PIG ou Prader-Willifora do SUS administrativo; ação com os seis requisitos do Tema 6
Plano de saúde, uso em casaexclusão permitida pela lei, mas o TJDFT está dividido
Item HGH do rol da ANSé o exame de laboratório, e não o remédio

Vale a pena chamar quem já faz pedido de somatropina na Justiça

Dá pra pedir somatropina na Justiça com qualquer advogado.

Só que o pedido muda por inteiro conforme a criança esteja dentro ou fora do protocolo, e conforme o pedido seja contra o SUS ou contra o plano. Quem já fez esse pedido começa separando essas situações, confere se os exames do protocolo foram feitos, se o relatório traz a dose por quilo e se o contrato do plano tem alguma cláusula sobre remédio de uso em casa, antes de definir contra quem entrar.

O que acontece com quem começa sozinho

Separar os exames e o histórico do tratamento é um pouco mais demorado, mas é o que sustenta o pedido até o fim.

Na leitura do escritório, o que mais atrapalha esse pedido é chegar ao juiz sem a negativa por escrito e com um laudo que não explica por que a criança está fora do protocolo. Sem isso, o núcleo técnico não tem como dizer que o remédio é imprescindível, e o processo fica parado esperando o documento que faltou.

Se você recebeu um não do SUS ou do plano, mande a sua situação pelo WhatsApp quando puder, com a receita, os exames e a negativa que tiver. A conversa inicial serve para entender o caso e dizer qual caminho cabe nele.

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Perguntas frequentes

Somatropina é fornecida pelo SUS?
É, pelo Componente Especializado, para deficiência do hormônio de crescimento (hipopituitarismo), inclusive em adulto, e para síndrome de Turner, conforme os protocolos do Ministério da Saúde. Baixa estatura idiopática, criança nascida pequena para a idade gestacional (PIG) e síndrome de Prader-Willi ficam fora do fornecimento administrativo.
Como solicitar somatropina pelo SUS?
Na farmácia de alto custo do estado, com Cartão Nacional de Saúde, identidade, comprovante de residência, receita, LME preenchido pelo médico e os exames do protocolo. Em Goiás, pela CEMAC Juarez Barbosa, com LME válido por 90 dias e receita de endocrinologista ou de pediatra.
Plano de saúde cobre somatropina?
O remédio não está no rol da ANS e é aplicado em casa, o que a Lei 9.656/1998 permite excluir no artigo 10, VI. Mesmo assim, o TJDFT está dividido: em 2026, duas turmas mandaram o plano pagar e outras duas consideraram a negativa lícita.
Qual o preço da somatropina?
Na lista da CMED de 09/10/2026, a caneta de Genotropin de 12 mg (36 UI) tem preço fábrica de R$ 1.887,45 com ICMS de 18%. O Norditropin FlexPro de 10 mg/1,5 mL, isento de ICMS, tem preço fábrica de R$ 1.179,77.
Somatropina 12 UI tem pelo SUS?
Tem. O guia da farmácia de alto custo de Goiás lista a somatropina de 4 UI e de 12 UI para a deficiência do hormônio de crescimento, e a lista nacional de remédios do SUS prevê apresentações de 4 UI a 30 UI.
O hormônio do crescimento está no rol da ANS?
O que está no rol é o exame de laboratório que dosa o hormônio do crescimento (HGH), no grupo de endocrinologia laboratorial. O remédio somatropina não está no rol nem tem diretriz de utilização. Uma decisão do TJDFT leu esse item como cobertura do tratamento; outras turmas negam.
O SUS dá somatropina para baixa estatura idiopática?
Não pela via administrativa: a baixa estatura idiopática não está nos protocolos do SUS. O caminho é a Justiça, com os seis requisitos do Tema 6 do STF, porque o remédio previsto em protocolo para outra finalidade conta como não incorporado (Tema 1.234).
Adulto pode receber somatropina pelo SUS?
Pode, quando tem deficiência do hormônio de crescimento dentro do protocolo do SUS, que também trata do adulto. Uso para ganhar massa muscular ou para emagrecer não está entre as indicações da bula do Genotropin nem nos protocolos do SUS.
A Justiça já mandou o plano pagar somatropina?
Já. Em 30/09/2026, a 4ª Turma Cível do TJDFT manteve a condenação de um plano de autogestão a custear somatropina para baixa estatura idiopática (Apelação 0769471-19.2025.8.07.0001). No mesmo dia, a 1ª Turma Cível do mesmo tribunal considerou lícita a negativa em outro caso.
O LME da somatropina vale por quanto tempo?
No guia da farmácia de alto custo de Goiás, o LME da somatropina para deficiência do hormônio de crescimento vale 90 dias. Depois, o tratamento segue com a renovação, uma das etapas do Componente Especializado, e é interrompido se o remédio não for retirado por 6 meses seguidos.
Somatropina é na Justiça Federal ou Estadual?
Para uso fora do protocolo, vai à Justiça Federal quando um ano de tratamento custa 210 salários mínimos ou mais pelo preço máximo de venda ao governo, R$ 340.410,00 em 2026. Abaixo disso, Justiça Estadual (Tema 1.234). A conta usa a dose por quilo da receita.
Tenho renda. Ainda dá pra pedir somatropina ao SUS na Justiça?
O STF exige incapacidade financeira de arcar com o custo, sem fixar teto de renda. O que se compara é o preço do tratamento, que depende da dose por quilo, com a renda e as despesas da família, com comprovantes.
Preciso de advogado para pedir somatropina?
Para o pedido na farmácia de alto custo, não. Para a ação, sim, e quem não pode pagar tem a Defensoria Pública. Um advogado confere se o caso está dentro ou fora do protocolo, completa o relatório médico e define contra quem entrar.
O escritório atende fora de Goiás?
Atende. O escritório Santos Cruvinel atende em todo o Brasil de forma online: você manda a receita, os exames, o relatório médico e a negativa pelo WhatsApp e recebe a avaliação do caminho.

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Dr. Fabrício Santos Cruvinel

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Fontes e base legal

Ver a legislação, os julgados e os endereços consultados
  • 1. Ministério da Saúde, Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) 2024: somatropina no Componente Especializado, Grupo 1A.
  • 2. Ministério da Saúde, Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Deficiência do Hormônio de Crescimento (Hipopituitarismo), Portaria Conjunta SAS/SCTIE nº 28, de 30/11/2018.
  • 3. Ministério da Saúde, Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Síndrome de Turner, Portaria Conjunta SAES/SECTICS nº 15, de 01/08/2025.
  • 4. Ministério da Saúde, Portaria de Consolidação GM/MS nº 2/2017, Anexo XXVIII (Componente Especializado da Assistência Farmacêutica), artigos 49, 64, 69 e 85.
  • 5. Secretaria de Estado da Saúde de Goiás, CEMAC Juarez Barbosa, guia de solicitação da somatropina para deficiência do hormônio de crescimento (CID E23.0).
  • 6. Bula do Genotropin para profissionais de saúde, aprovada pela Anvisa em 11/12/2025.
  • 7. Supremo Tribunal Federal: Tema 6 de repercussão geral (RE 566.471) e Súmula Vinculante 61; Tema 1.234 (RE 1.366.243), item 2.1, e Súmula Vinculante 60.
  • 8. Lei 9.656/1998, artigo 10, VI; Superior Tribunal de Justiça, REsp 1.692.938.
  • 9. Agência Nacional de Saúde Suplementar, Resolução Normativa 465/2021, anexos I e II do Rol, com as alterações até a RN 681/2026 (item Hormônio do Crescimento (HGH), endocrinologia laboratorial).
  • 10. Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios: Apelação 0769471-19.2025.8.07.0001, 4ª Turma Cível, 30/09/2026; Apelação e remessa 0794352-15.2025.8.07.0016, 5ª Turma Cível, 10/09/2026; Apelação 0745486-21.2025.8.07.0001, 1ª Turma Cível, 30/09/2026; processo 0760471-92.2025.8.07.0001, 2ª Turma Cível, 07/10/2026; Apelação 0700872-74.2025.8.07.0018, 4ª Turma Cível, 08/07/2026; processo 0716953-35.2024.8.07.0018, 2ª Turma Cível, 03/12/2025.
  • 11. Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), Resolução nº 3/2011 e listas de preços publicadas em 09/10/2026.

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