Santos Cruvinel Advogados

Mounjaro negado pelo plano ou SUS: como conseguir na Justiça

✓ Atualizado em 28 de outubro de 2026 · Revisão: Dr. Fabrício Santos Cruvinel, OAB 51.741

Mounjaro negado pelo SUS ou pelo plano de saúde: o que a Anvisa aprovou, os programas municipais, o preço na CMED, os requisitos do STF contra o SUS, a regra do uso em casa no plano, o que o TJDFT tem decidido e a caneta do Paraguai.

Mounjaro tem no SUS?

O Mounjaro, que é a marca da tirzepatida, não é fornecido pelo SUS. Ele está fora da RENAME, a lista nacional de remédios do SUS, e nenhum protocolo clínico do Ministério da Saúde o inclui, nem para diabetes tipo 2, nem para obesidade.

Para obesidade, o quadro do SUS é ainda mais estreito. Segundo relatório de 2025 da Conitec, que é a comissão que assessora o Ministério da Saúde sobre o que entra no SUS, o protocolo de sobrepeso e obesidade em adultos não recomenda nenhum remédio. Em 15/09/2025, o Ministério também decidiu não incorporar a semaglutida para obesidade, pela Portaria SECTICS/MS 65, nem a liraglutida para obesidade com diabetes tipo 2, pela Portaria SECTICS/MS 67.

Agora há um pedido novo em andamento. Em 24/09/2026, o Ministério da Saúde pediu à Conitec que avalie remédios à base de semaglutida ou liraglutida para obesidade.

A tirzepatida ficou fora desse pedido.

Mounjaro pelo SUS é verdade?

Como política nacional, não.

Em 17/09/2026 o ministro da Saúde anunciou que as canetas para obesidade serão oferecidas no SUS "de forma responsável", mas não deu prazo nem citou a tirzepatida. O único uso no SUS mencionado foi um estudo com semaglutida em Porto Alegre.

O que existe são programas locais. Vilhena, em Rondônia, lançou em 16/12/2025 um programa com tirzepatida para aproximadamente 80 pacientes com IMC acima de 40 e alguma doença associada, pago com emenda parlamentar de R$ 1 milhão. É um programa da prefeitura, com vagas e critérios próprios, que não cria direito para quem mora em outra cidade nem vira regra do SUS no resto do país.

Ou seja, fora desses programas, não há fornecimento de Mounjaro pelo SUS hoje. O que sobra é o pedido na Justiça.

O que a Anvisa aprovou para o Mounjaro

O Mounjaro tem registro na Anvisa desde a Resolução-RE 3.591, de 21/09/2023, para o controle da glicose em adultos com diabetes tipo 2. Em 06/06/2025, pela Resolução-RE 2.144, ganhou a indicação de controle crônico do peso, junto com dieta e atividade física, para adultos com IMC de 30 ou mais, ou de 27 ou mais com alguma doença associada.

Segundo a bula atual, ele também é indicado para apneia obstrutiva do sono moderada a grave em adultos com obesidade. A aplicação é por injeção subcutânea, em caneta, e desde março de 2026 tem registro também a versão Multidose.

Dois pontos da regulação pesam no pedido. A Anvisa registra que a segurança e a eficácia não foram estabelecidas em menores de 18 anos, então a receita para adolescente fica fora do que a bula aprova.

E não há genérico de tirzepatida registrado no Brasil. Os genéricos aprovados em 2026 são de semaglutida.

Plano de saúde cobre Mounjaro?

Em regra, o plano não é obrigado. A tirzepatida não está no rol da ANS, que é a lista de coberturas obrigatórias dos planos, e não tem diretriz de utilização. Além disso, é remédio de uso em casa, e a Lei 9.656/1998, que é a lei dos planos de saúde, permite excluir do contrato o remédio domiciliar, com exceção dos remédios de câncer de uso oral, pelo art. 10, VI.

O Superior Tribunal de Justiça considera lícita essa exclusão, "salvo os antineoplásicos orais (e correlacionados), a medicação assistida (home care) e os incluídos no rol" da ANS (REsp 1.692.938).

Há quem diga que, desde a Lei 14.454/2022, todo remédio fora do rol passou a ter cobertura. Em casos de tirzepatida julgados em 2026, o TJDFT respondeu que a lei nova "não revogou nem afastou as exclusões taxativas" da Lei 9.656/1998. Os critérios do STF para tratamento fora do rol existem, mas não desfazem a exclusão do uso em casa.

O que resta, então, é o contrato.

A operadora pode cobrir remédio domiciliar por liberalidade, por cláusula do próprio plano ou por contratação acessória. E o STJ não trata como uso em casa a injeção que precisa de supervisão direta de profissional de saúde (AgInt no AREsp 1.964.268). Se esse for o caso, quem explica o motivo é o médico, no relatório.

Preço do Mounjaro

Na lista da CMED, que é a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, publicada em 09/10/2026, as canetas de uso único têm o mesmo preço fábrica em todas as concentrações. A tabela mostra os valores sem impostos e com ICMS de 18%.

ApresentaçãoPF sem impostosPF com ICMS de 18%PMC com ICMS de 18%PMVG sem impostosPMVG com ICMS de 18%
Mounjaro 2,5 mg ou 5 mg, caixa com 4 canetasR$ 2.103,67R$ 2.873,30R$ 3.854,43R$ 1.687,35R$ 2.304,67
Mounjaro Multidose, carpule de 2,4 mL com canetaR$ 917,87R$ 1.253,68R$ 1.681,77R$ 736,22R$ 1.005,58

O PF é o preço fábrica, e é sobre ele que se calcula o PMVG, que é o preço máximo de venda ao governo, inclusive na compra feita por ordem judicial.

O PMC é o preço máximo ao consumidor, na farmácia. Para quem compra do próprio bolso, uma caixa com 4 canetas pode chegar a R$ 3.854,43.

Mounjaro negado pelo SUS: o caminho na Justiça

Remédio fora das listas do SUS só sai por decisão judicial como exceção, quando a pessoa prova ao mesmo tempo os seis requisitos do Tema 6 do STF, hoje também Súmula Vinculante 61. Eles estão explicados em medicamento de alto custo pelo SUS ou plano; abaixo, o que cada um pede no caso do Mounjaro.

Requisito do Tema 6No caso do Mounjaro
o SUS negou o pedidopedido por escrito, com a resposta ou o protocolo sem resposta
a Conitec recusou de forma ilegal, nunca recebeu pedido ou passou do prazoa tirzepatida não está no pedido de 24/09/2026; a situação se prova pelo site da Conitec
nenhum remédio das listas do SUS substituina obesidade, o protocolo não recomenda remédio; no diabetes, o relatório diz o que já foi usado
eficácia por estudo de alto nívelensaio clínico randomizado, revisão sistemática ou meta-análise
tratamento imprescindívellaudo fundamentado, com o tratamento já feito
a pessoa não pode pagarcomprovantes de renda e de despesas

E o mais importante, o juiz não decide só com o laudo do médico da pessoa. A tese manda ouvir antes o NATJUS, que é o núcleo técnico do Judiciário, e foi com base nisso que o TJDFT negou em 2026 um pedido urgente de tirzepatida contra o Distrito Federal, feito por uma pessoa com diabetes tipo 2, obesidade grau II e retinopatia.

A ação vai para a Justiça Federal, e quem paga é a União, quando um ano de tratamento custa 210 salários mínimos ou mais pelo PMVG na alíquota zero, o que em 2026 dá R$ 340.410,00. Abaixo disso, corre na Justiça Estadual (Tema 1.234 do STF).

A conta usa a dose da receita.

Na leitura do escritório, o pedido contra o SUS fica mais viável quando o relatório mostra a gravidade do quadro, os tratamentos anteriores e por que pararam, e a família comprova que não consegue pagar. Mesmo assim, a decisão passa pelo parecer técnico e não há garantia de resultado.

Mounjaro negado pelo plano: o caminho na Justiça

Hoje, o pedido de Mounjaro contra o plano tem pouca chance quando a caneta é usada em casa e o contrato não prevê remédio domiciliar.

O caso muda quando o contrato cobre remédio de uso em casa, quando a aplicação faz parte de internação domiciliar, o home care, ou quando o médico explica por que aquela aplicação precisa de supervisão direta de um profissional de saúde. Fora dessas situações, as decisões de 2026 foram contrárias ao paciente, e dizer outra coisa seria prometer o que os tribunais não têm dado.

Antes de qualquer passo, peça a negativa por escrito à operadora e separe o contrato.

Com esses dois papéis, dá pra saber se existe uma dessas portas no seu caso e se cabe pedir liminar contra o plano de saúde, que é a decisão urgente do começo do processo.

Se você já tem a negativa, mande a sua situação pelo WhatsApp com a receita e o contrato. A conversa inicial serve para entender o caso e dizer se ele tem caminho.

Fale agora com um advogado. Atendimento pelo WhatsApp.

O que os tribunais têm decidido sobre o Mounjaro

Tribunal e processoDataResultado
TJDFT, 4ª Turma Cível, Apelação 0717463-83.2026.8.07.001616/09/2026plano não obrigado: uso domiciliar, obesidade grau II
TJDFT, 7ª Turma Cível, Apelação 0744283-24.2025.8.07.000120/05/2026plano não obrigado: obesidade grau III
TJDFT, 4ª Turma Cível, Agravo de Instrumento 0712467-90.2026.8.07.000017/06/2026liminar negada contra o plano: obesidade grau III com comorbidades
TJDFT, 5ª Turma Cível, Agravo de Instrumento 0710936-66.2026.8.07.00002026pedido urgente negado contra o Distrito Federal, pelos Temas 6 e 1.234

Nas decisões de 2026 do TJDFT sobre tirzepatida, o resultado foi contrário ao paciente, tanto contra o plano quanto, em pedido urgente, contra o SUS. Nos três casos contra o plano, o fundamento foi a exclusão do uso domiciliar.

Lembrando que são decisões de um tribunal, em casos concretos, e o quadro pode mudar com novos julgamentos.

Caneta do Paraguai e Mounjaro sem registro

Caneta sem registro na Anvisa não é caminho, nem pela Justiça.

Em 2026, a 4ª Vara Federal de Alagoas negou liminar a um paciente que queria importar canetas registradas no Paraguai e sem registro no Brasil (MS 0024732-17.2026.4.05.8000).

Contra o plano, o STJ decidiu no Tema 990 que a operadora não é obrigada a fornecer remédio sem registro na Anvisa.

Contra o SUS, o Tema 500 do STF só abre exceção quando a própria Anvisa demora além do prazo legal para analisar o pedido de registro. E a Resolução-RE 4.194/2025 da Anvisa mandou apreender os lotes D838888 e D838858 de Mounjaro falsificado.

O relatório médico que sustenta o pedido

O relatório do pedido de Mounjaro precisa ir além da receita. Ele traz o diagnóstico com o CID, o grau da obesidade pelo IMC, as doenças associadas, os tratamentos já feitos com o tempo de cada um e o motivo de terem parado, por que a tirzepatida é necessária naquele caso, com os estudos que sustentam o uso, e o que acontece se o tratamento esperar.

Agora, quando o pedido é contra o SUS, entram também a negativa por escrito e os comprovantes de renda e de despesas.

Quando é contra o plano, entram a negativa da operadora e o contrato.

Se a aplicação precisa de supervisão profissional, o relatório explica o motivo clínico, porque é isso que o STJ olha para afastar a regra do uso em casa.

Se a negativa chegou e você não sabe se o relatório está completo, mande a receita e o relatório pelo WhatsApp. A conversa inicial serve para dizer o que ainda falta antes de qualquer pedido.

Se é isso que está acontecendo com você, mande sua situação pelo WhatsApp. A conversa inicial serve para entender o seu caso.

Falar com um advogado no WhatsApp

Resumindo

SituaçãoO que acontece hoje
Pedido administrativo no SUSnão há fornecimento nacional; existem só programas locais
Ação contra o SUSdepende dos seis requisitos do Tema 6 e do parecer do NATJUS
Plano de saúde, caneta usada em casao plano pode excluir, salvo contrato, home care ou supervisão profissional
Contrato que cobre remédio domiciliaro plano segue o contrato
Caneta sem registro na Anvisanem o plano nem o SUS são obrigados a fornecer

Vale a pena chamar quem já faz pedido de Mounjaro na Justiça

Dá pra pedir Mounjaro na Justiça com qualquer advogado.

Só que, com o quadro de hoje, a conversa que mais ajuda acontece antes do processo. Ela serve para saber se o seu caso tem uma das portas que continuam abertas: a cláusula do contrato que cobre remédio de uso em casa, o relatório que mostra por que nada do SUS serve para o seu quadro, a prova de que o tratamento não cabe no orçamento da família.

Quem já fez esse pedido sabe dizer quando vale entrar e quando não vale.

O que acontece com quem começa sozinho

Começar pelo contrato e pelo relatório é um pouco mais demorado, mas é o que evita meses de espera num pedido que já nasce sem os requisitos.

Na leitura do escritório, o que mais derruba esse pedido é chegar ao juiz com a receita e um laudo de duas linhas, sem a negativa por escrito e sem o histórico do que já foi tentado contra a obesidade. Sem esses papéis, o núcleo técnico não tem como dizer que o remédio é imprescindível, e o pedido urgente é negado logo no começo.

Se você recebeu um não do SUS ou do plano, mande a sua situação pelo WhatsApp quando puder, com a receita, a negativa e o contrato do plano, se tiver. A conversa inicial serve para dizer, com franqueza, se o seu caso tem caminho.

Clique aqui para solicitar uma consulta

online com nossos especialistas

ENVIE UMA MENSAGEM

Como o escritório atua em casos como o seu

  • Análise dos seus documentos e da sua situação
  • Ação no Juizado Especial — 100% digital, para todo o Brasil
  • Você acompanha cada andamento pela Área do Cliente
Falar com um advogado no WhatsApp

A conversa inicial serve para entender o seu caso. Atendimento em todo o Brasil, seg–sex, 8h–20h.

Perguntas frequentes

Mounjaro pelo SUS é verdade?
Não como política nacional. O Mounjaro não está na lista nacional de remédios do SUS nem em protocolo clínico. Existem programas municipais, como o de Vilhena (RO), lançado em dezembro de 2025 para aproximadamente 80 pacientes, que valem só para quem é atendido pela prefeitura que criou o programa.
Como conseguir Mounjaro pelo SUS?
Pela via administrativa, fora de programas municipais, não há fornecimento. O caminho é pedir por escrito ao SUS, guardar a negativa e, com relatório médico completo, entrar na Justiça provando os seis requisitos do Tema 6 do STF, que são exigentes e passam por parecer técnico.
Plano de saúde cobre Mounjaro?
Em regra, não é obrigado. A tirzepatida não está no rol da ANS e é remédio de uso em casa, que a Lei 9.656/1998 permite excluir no artigo 10, VI. Há cobertura quando o contrato prevê remédio domiciliar, em home care ou quando a aplicação exige supervisão profissional.
Quanto custa o Mounjaro?
Na lista da CMED de 09/10/2026, a caixa com 4 canetas de uso único tem preço máximo ao consumidor de R$ 3.854,43, com ICMS de 18%. O Mounjaro Multidose, com um carpule de 2,4 mL e caneta, chega a R$ 1.681,77 na mesma alíquota.
Quem tem direito ao Mounjaro pelo SUS?
Pela via administrativa, não há direito em âmbito nacional, porque o remédio não foi incorporado. Na Justiça, quem prova ao mesmo tempo os seis requisitos do Tema 6: negativa do SUS, situação na Conitec, falta de substituto, estudo de alto nível, laudo fundamentado e incapacidade de pagar.
O que diz a jurisprudência sobre Mounjaro e plano de saúde?
Em 2026, o TJDFT negou em mais de um caso, como na Apelação 0717463-83.2026.8.07.0016, de 16/09/2026, por ser remédio de uso domiciliar. O tribunal também disse que a Lei 14.454/2022 não afastou a exclusão do artigo 10, VI, da Lei 9.656/1998.
O plano reembolsa o Mounjaro comprado na farmácia?
O reembolso segue a cobertura. Sem cláusula no contrato para remédio de uso em casa, a operadora não é obrigada a pagar, embora possa cobrir por liberalidade ou por contratação acessória, como o STJ registrou no REsp 1.692.938. Por isso o primeiro passo é ler o contrato.
A Anvisa aprovou o Mounjaro para obesidade?
Aprovou. Desde 06/06/2025, a bula inclui o controle crônico do peso em adultos com IMC de 30 ou mais, ou de 27 ou mais com doença associada, junto com dieta e atividade física. A indicação original, de 2023, é o diabetes tipo 2 em adultos.
Dá pra conseguir Mounjaro na Justiça com liminar?
Dá pra pedir, mas hoje é difícil. Em 2026, o TJDFT negou pedidos urgentes de tirzepatida contra o plano e contra o Distrito Federal. A liminar depende de relatório completo, negativa por escrito e, contra o SUS, da prova dos requisitos do Tema 6.
Posso pedir na Justiça a caneta do Paraguai?
Remédio sem registro na Anvisa não sai do plano, pelo Tema 990 do STJ, e no SUS só na exceção do Tema 500 do STF, quando a Anvisa demora para analisar o registro. Em 2026, a Justiça Federal em Alagoas negou liminar para importar canetas registradas no Paraguai.
Aplicar o Mounjaro na clínica obriga o plano a cobrir?
Depende do motivo da aplicação ali. O STJ deixa de tratar como uso em casa a injeção que precisa de supervisão direta de profissional de saúde (AgInt no AREsp 1.964.268). Essa necessidade tem de estar explicada no relatório médico, com o motivo clínico.
Tenho renda. Ainda dá pra pedir o Mounjaro ao SUS na Justiça?
O STF exige incapacidade financeira de arcar com o custo, sem fixar teto de renda. O que se compara é o preço do tratamento com a renda e as despesas da família, com comprovantes. Na farmácia, uma caixa de canetas pode chegar a R$ 3.854,43.
Vale a pena processar se os tribunais têm negado o Mounjaro?
Depende do caso. O quadro hoje é desfavorável, mas há portas: contrato com cobertura de remédio domiciliar, home care, supervisão profissional ou, contra o SUS, prova completa dos seis requisitos do Tema 6. A avaliação antes do processo serve para dizer se o seu caso tem uma delas.
Preciso pedir ao SUS antes de entrar na Justiça?
Precisa. A negativa do pedido administrativo é o primeiro dos seis requisitos do Tema 6 do STF. Faça o pedido por escrito e guarde o protocolo com a data; se ninguém responder, ele serve como prova da demora.
O escritório atende fora de Goiás?
Atende. O escritório Santos Cruvinel atende em todo o Brasil de forma online: você manda a receita, o relatório médico, a negativa e o contrato do plano pelo WhatsApp e recebe a avaliação do caminho.

Este conteúdo ajudou?

Dr. Fabrício Santos Cruvinel

Dr. Fabrício Santos Cruvinel — OAB 51.741

Advogado dedicado ao direito do consumidor. Atendimento 100% digital, em todo o Brasil. Escreve e revisa todo o conteúdo deste site.

Fontes e base legal

Ver a legislação, os julgados e os endereços consultados
  • 1. Anvisa, Resolução-RE nº 3.591, de 21/09/2023 (registro do Mounjaro); Resolução-RE nº 2.144, de 06/06/2025 (indicação de controle crônico do peso); Resolução-RE nº 4.117, de 17/10/2025 (nova indicação terapêutica); Resolução-RE nº 1.041, de 17/03/2026 (Mounjaro Multidose); Resolução-RE nº 4.194, de 23/10/2025 (apreensão de lotes falsificados).
  • 2. Ministério da Saúde, Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) 2024.
  • 3. Conitec, Relatório de Recomendação nº 1.033/2025 e Relatório para a Sociedade nº 553 (semaglutida para obesidade); Relatório para a Sociedade nº 552 (liraglutida); Portarias SECTICS/MS nº 65 e nº 67, de 15/09/2025.
  • 4. Ministério da Saúde, comunicados de 17/09/2026 (canetas para obesidade no SUS) e de 24/09/2026 (pedido de análise à Conitec de semaglutida ou liraglutida).
  • 5. Prefeitura de Vilhena (RO), programa municipal com tirzepatida lançado em 16/12/2025.
  • 6. Supremo Tribunal Federal: Tema 6 de repercussão geral (RE 566.471) e Súmula Vinculante 61; Tema 1.234 (RE 1.366.243) e Súmula Vinculante 60; Tema 500 (RE 657.718).
  • 7. Lei 9.656/1998, artigo 10, VI, e artigo 12, I, c, e II, g; Lei 14.454/2022.
  • 8. Superior Tribunal de Justiça: Tema 990; REsp 1.692.938; AgInt no AREsp 1.964.268.
  • 9. Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios: Apelação 0717463-83.2026.8.07.0016, 4ª Turma Cível, 16/09/2026; Apelação 0744283-24.2025.8.07.0001, 7ª Turma Cível, 20/05/2026; Agravo de Instrumento 0712467-90.2026.8.07.0000, 4ª Turma Cível, 17/06/2026; Agravo de Instrumento 0710936-66.2026.8.07.0000, 5ª Turma Cível.
  • 10. Justiça Federal em Alagoas, 4ª Vara, Mandado de Segurança 0024732-17.2026.4.05.8000, divulgado pela Advocacia-Geral da União em 10/06/2026.
  • 11. Agência Nacional de Saúde Suplementar, Resolução Normativa 465/2021, anexos I e II do Rol, com as alterações até a RN 681/2026.
  • 12. Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), Resolução nº 3/2011 e listas de preços publicadas em 09/10/2026.

Leia também

Advogado medicamento de alto custo: SUS e plano de saúde

Medicamento de alto custo sai pelo SUS quando está no protocolo da doença, e pelo plano quando é aplicado na clínica, é de câncer ou está…

Plano de saúde negou cobertura

A ANS fixa prazo máximo em dias úteis para cada atendimento, e prazo estourado já é um direito próprio. Negativa por estar fora…

Liminar contra plano de saúde

Liminar é a decisão que o juiz dá no começo do processo para o tratamento sair agora. O art. 300 do Código de Processo Civil exige dois…

Advogado de erro médico: indenização, prazo e como provar

Erro médico em hospital particular, clínica ou plano se cobra pelo Código de Defesa do Consumidor: o médico responde só com culpa provada…

Pembrolizumabe negado pelo plano ou SUS: como conseguir na Justiça

O pembrolizumabe (Keytruda) está no SUS só para o primeiro tratamento do melanoma avançado, e o plano cobre a aplicação na clínica como…

Rituximabe negado pelo plano ou SUS: como conseguir na Justiça

O rituximabe (MabThera) está no SUS para linfomas, leucemia, artrite reumatoide, vasculite e outras doenças, e o plano cobre no câncer…

Dr. Fabrício Santos Cruvinel